domingo, 9 de fevereiro de 2014

Visualizando uma declaração de amor a terra

Há pouco tempo me dei conta que eu tenho mania de ver figuras em algumas coisas: sombras, chão, arvores, mapas, nuvens, na lua e até  em chantilly. Aí me lembrei de quando era adolescente na sala de aula sentava numa das primeiras carteiras e vi um rosto feminino de perfil no chão, o desenhei...fiquei tão fascinada com aquilo que resolvi colocar o desenho como capa de um singelo livro poesia que consegui publicar quando eu tinha 18 anos. Segue a imagem da capa do livro e quem sabe um dia possa publicar alguma coisa que escrevia naquela época e contar melhor essa historia...
Mas tudo isso é pra dizer um pouco mais sobre a minha intuição de que devia plantar e plantar naquele gramado da casa nova. Peguei a enxada e lá fui arrancar uma parte dele. Difícil é arrancar grama velha, é uma trama tão profunda na terra  que parece que até fica impermeável a água. Num momento me parecia  que se formava o desenho de um coração, decidi melhorá-lo pra ser um coração mesmo e plantar ali flores, uma que nasce bem rápido e tenho quase quilos dela, cravo da Índia ou tagetes. E essa é minha declaração de amor a terra!! Vejam!!
 
 




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